sexta-feira, 11 de março de 2011

Acordo Ortográfico

Nos nossos sete, oito e nove anos tínhamos que fazer aqueles ditados de que as professoras se orgulhavam de leccionar. A partir do terceiro erro de cada texto, tínhamos que aquecer as mãos para as dar à palmatória. E levávamos reguadas com erros destes: "ação", "ator", "fato" ("facto"), "tato" ("tacto"), "fatura", "reação", etc, etc...

Com o novo acordo ortográfico, voltam a vencer-nos, pois nós é que temos que nos adaptar a eles e não ao contrário. Ridículo...

Mas, afinal de onde vem a origem das palavras da nossa Língua? Do Latim!! E desta, derivam muitas outras línguas da Europa. Até no Inglês, a maior parte das palavras derivam do latim.

Então, vejam alguns exemplos:




Conclusão: na maior parte dos casos, as consoantes mudas das palavras destas línguas europeias mantiveram-se tal como se escrevia originalmente.

Se a origem está na Velha Europa porque temos que imitar os do outro lado do Atlântico?

Mais um crime na Cultura Portuguesa e, desta vez, provocada pelos nossos "intelectualoides" da Língua de Camões.

Circulem este email até chegar aos "intelectualoides" que fizeram este acordo. Pode ser que eles abram os olhos.

Telefonema urgente

A Lei 2105

Acabemos de vez com este desbragamento, este verdadeiro insulto à dignidade de quem trabalha para conseguir atingir a meta de pagar as contas no fim do mês.

Corria o ano de 1960 quando foi publicada no “Diário do Governo” de 6 de Junho a Lei 2105, com a assinatura de Américo Tomaz, Presidente da República e do Presidente do Conselho de Ministros, Oliveira Salazar.

Conforme nos descreve Pedro Jorge de Castro no seu livro “Salazar e os milionários”, publicado pela Quetzal em 2009, essa lei destinou-se a disciplinar e moralizar as remunerações recebidas pelos gestores do Estado, fosse em que tipo de estabelecimentos fosse. Eram abrangidos os organismos estatais, as empresas concessionárias de serviços públicos onde o Estado tivesse participação accionista, ou ainda aquelas que usufruíssem de financiamentos públicos ou “que explorassem actividades em regime de exclusivo”. Não escapava nada onde houvesse, directa ou indirectamente, investimento do dinheiro dos contribuintes.

E que dizia, em resumo, a Lei 2105?

Dizia que ninguém que ocupasse esses lugares de responsabilidade pública podia ganhar mais do que um Ministro.

A publicação desta lei altamente moralizadora ocorreu no Estado Novo de Salazar, vai, dentro de 2 meses, fazer 50 anos. Catorze anos depois desta lei “fascista”, em 13 de Setembro de 1974, o Governo de Vasco Gonçalves, recém-saído do 25 de Abril, pegou na Lei 2105 e, através do Decreto Lei 446/74, limitou os vencimentos dos gestores públicos e semi-públicos ao salário máximo de 1,5 vezes o vencimento de um Secretário de Estado.

Hoje, ao lermos esta legislação, dá a impressão que se mudou, não de país, mas de planeta, porque isto era no tempo do “fascismo” (Lei 2105) ou do “comunismo” (Dec. Lei 446/74).

Agora, é tudo muito melhor, sobretudo para os reis da fartazana que são os gestores do Estado dos nossos dias.

Não admira, porque mudando-se os tempos, mudam-se as vontades, e onde o sector do Estado pesava 17% do PIB no auge da guerra colonial, com todas as suas brutais despesas, pesa agora 50%. E, como todos sabemos, é preciso gente muito competente e soberanamente bem paga para gerir os nossos dinheirinhos.

Tão bem paga é essa gente que o homem que preside aos destinos da TAP, Fernando Pinto, que é o campeão dos salários de empresas públicas em Portugal (se fosse no Brasil, de onde veio, o problema não era nosso) ganha a monstruosidade de 420.000 €/ano, um ”pouco” mais que Henrique Granadeiro, o presidente da PT, o qual aufere a módica quantia de 365.000 €/ano. Aliás, estes dois são apenas o topo de uma imensa corte de gente que come e dorme à sombra do orçamento e do sacrifício dos contribuintes, como se pode ver pela lista divulgada recentemente por um jornal semanário, onde vêm nomes sonantes da nossa praça, dignos representantes do despautério e da pouca vergonha a que chegou a vida pública portuguesa.

Entretanto, para poupar uns 400 milhões nas deficitárias contas do Estado, o governo não hesita em cortar benefícios fiscais a pessoas que ganham por mês um centésimo, ou mesmo 200 e 300 vezes menos que os homens (porque, curiosamente, são todos homens…) da lista dourada que o “Sol” deu à luz há pouco tempo. Curioso é também comparar estes valores salariais com os que vemos pagar a personalidades mundiais como o Presidente e o Vice-presidente dos EUA, os Presidentes da França, da Rússia etc...

Acabemos de vez com este desbragamento, este verdadeiro insulto à dignidade de quem trabalha para conseguir atingir a meta de pagar as contas no fim do mês. Não é preciso muito, nem sequer é preciso ir tão longe como o DL 446 de Vasco Gonçalves, Silva Lopes e Rui Vilar; basta ressuscitar a velhinha, mas pelos vistos revolucionária Lei 2105, assinada há 50 anos por Oliveira Salazar.




Enviaram-me por e-mail este texto. Não sei será totalmente verdade, mas que dá para pensar, ah isso dá! No entanto poderemos ver em mais detalhe no sitío da Presidência do Conselho de Ministros e Ministério das Finanças o teor dessas leis, que confirmam a veracidade dos dados atrás referidos (caso dúvidas houvessem, claro. O que não será o caso aqui, imagino!). 


sexta-feira, 4 de março de 2011

Ora um poema para animar o dia:

Ó meu rico Santo António
Meu santinho Milagreiro
Vê se levas o Zé Sócrates
P'ra junto do Sá Carneiro

Se puderes faz um esforço
Porque o caminho é penoso
Aproveita a viagem
E leva o Durão Barroso

Para que tudo corra bem
E porque a viagem entristece
Faz uma limpeza geral
E leva também o PS

Para que não fiquem a rir-se
Os senhores do PSD
Mete-os no mesmo carro
Juntamente com os do PCP

Porque a viagem é cara
E é preciso cultivar as hortas
Para rentabilizar o percurso
Não deixes cá o Paulo Portas

Para ficar tudo limpo
E purificar bem a cousa
Arranja um cantinho
E leva o Jerónimo de Sousa

Como estamos em democracia
Embora não pareça às vezes
Aproveita o transporte
E leva também o Menezes

Se puderes faz esse jeito
Em Maio, mês da maçã
A temperatura está a preceito
Não te esqueças do Louçã

Todos eles são matreiros
E vivem à base de golpes
Faz lá mais um favorzinho
E leva o Santana Lopes

Isto chegou a tal ponto
E vão as coisas tão mal
Que só varrendo esta gente
Se salvará Portugal

Fialho de Almeida - Escritor (1857-1911)

Passam hoje cem anos da morte do escritor alentejano Fialho de Almeida. Nasceu em pleno coração alentejano em Vila de Frades a 7 de Maio de 1857 vindo a falecer a 4 de Março de 1911 em Cuba.

Foi considerado um artista de natureza anárquica, revoltado com tudo e todos. Como crítico de arte e de costumes, publicou uma série de folhetos mensais, onde o seu espírito revoltado estava bem patente: Pasquinadas, Vida Irónica e Os Gatos, estes últimos inspirados pelas Farpas de Ramalho Ortigão e Eça de Queirós.

Ao longo da sua obra, Fialho de Almeida sempre sentiu dificuldades de expressão, que fazem dele um escritor estilisticamente limitado. A sua obra, porém, permanece interessante, sobretudo pela finura da ironia e da crítica. Os temas que trata são variados: ora é a vida da cidade, com a sua pobreza, os vícios, a decadência, ora é a vida tranquila, serena e realista da sua terra, o Alentejo.

  • Contos, 1881 (contos);
  • A Cidade do Vício, 1882 (contos);
  • O País das Uvas, 1893 (contos);
  • Os Gatos, 6 vols., 1889-1893 (crónicas);
  •  Pasquinadas, 1890 (crónicas);
  • Lisboa Galante, 1890 (crónicas);
  • Vida Irónica, 1892 (crónicas);
  • À Esquina, 1903 (crónicas);
  • Barbear, Pentear, 1910 (crónicas);
  • Figuras de Destaque, 1923 (crónicas).

Os Gatos:

"(...) Ah! como eu tive inveja do saloio que parou o burro à porta de uma mercearia de Bitesga, para comprar as duas dúzias de broas da consoada; do pobre engraxador da esquina, indo à praça, com a mulher, de fato rico, apreçar um quarto de perú; da varina entrando na salsicharia, radiante, a comprar salsichas, ao fim de ter deposto a canastra à porta,, rude presepe onde o filho loiro chuchava o dedo, com o ventre de sapo para o ar! Todas essas índoles do povo, roídas de penúria, vergadas de trabalho, primitivas, mas fecundas e convergentes, por uma fatalidade ancestral, à reedição das alegrias periódicas do ano, se me afiguraram infinitamente superiores à minha friável índole de janota céptico, demolindo no ar sem plano certo, negando pelo simples prazer do paradoxo, incapaz de estabilidade num problema, constantemente à procura de novo, e em cada topo de colina voltando-se, desesperado de só ter achado gosto - ao que era velho. Ó meu pobre coração amortalhado de tristeza! diz como te dói o isolamento a que uma inteligência estéril te votou. (...)

... dia de Natal, eu que conheço toda a gente, não tive ninguém que me dissesse "anda jantar". Vinguei-me saindo de casa, e engajando os primeiros va-nu-pieds eventuais. Dois pobres do asilo, os uniformes sem nódoas, pouco bêbados. Marchámos para o Augusto, e na sala comum, a uma de cujas mesas nos sentámos, houve reboliço por banda das meretrizes e irregulares que, mais alegres do que eu, ali tinham ido fazer o seu jantar, em partie fine. Não descrevo a comida, registando apenas o trabalho gasto em despersuadir os meus dois comensais de não meterem no bolso os restos de cada prato do festim.

À sobremesa, um deles, bêbado, como eu o fitava com uma piedade cristã de filho pródigo, confiou-me que estivera quatro anos em África, por um roubo, e o Conselheiro X o metera no asilo, havia sete meses. O outro, era um velhinho abaulado, olhos de doido irónico, que fugiam, falando pouco; mas todo o jantar o suspeitei de celerado; tanto os seus monossílabos humildes, e os seus contínuos escrúpulos de consciência, lhe davam um ar de homem de bem. À despedida, o mais velho chamou-me conde, e o mais novo, doutor, sem acertarem e lá foram cambaleando, a rogar pragas a quem lhes fizera o serviço de lhes notar no crânio a apoplexia. Pobres malandros! Deixai o meu egoísmo abusar da vossa fome. Sem vós, eu não poderia dizer, como toda a gente: "Jantei hoje o Natal com dois amigos velhos." 


domingo, 27 de fevereiro de 2011

Receita Caracoleta cozida

Ingredientes:
  • 1 kg de caracoletas;
  • 1 cebolas;
  • 3 dentes de alho;
  • 2 folha de louro;
  • 3 colheres de sopa de azeite;
  • oregãos;
  • sal q.b.;
  • piri-piri a gosto.
Lavar as caracoletas com água fria e muito sal. Deverá fazer quantas lavagens forem necessárias até desaparecer a viscosidade das caracoletas (nunca menos de 5 lavagens). No fim deverá passá-las por água corrente.

Colocar as caracoletas numa panela com água e deixar ferver. Após a água começar a ferver deverá deitar os ingredientes: sal, piri-piri, azeite, oregãos, louro alho e a cebola. Deixar em lume brando durante 40 minutos.

Provar e temperar com sal para ficar a gosto.

Feiras no Concelho e arredores

Feira da Santa Casa da Misericórdia (antes realizava-se junto à Praça de Toiros)
(Adroana)
Primeiros e terceiros Domingos de cada mês

Feira de Tires
(Zambujal)
Todos os sábados

Feira de S. Domingos de Rana
(Zambujal)
Primeiros e terceiros domingos de cada mês

Feira de Carcavelos
(Carcavelos)
Todas as quintas-feiras

Feira de Alcabideche ou Mercado do Levante
(Adroana)
Todas as terças-feiras

Feira da Malveira da Serra
(Malveira da Serra)
Todas as quintas-feiras

Feira de Antiguidades da Casa da Guia
(Casa da Guia)
Todos os sábados e domingos

Feira de Antiguidades de Cascais
(Jardim Visconde da Luz, Cascais)
Todos os sábados e domingos

Mercado Saloio
(Mercado de Cascais)
Todas as quartas-feiras e sábados

Feira de Cascais
(Mercado de Cascais)
Todas as quartas-feiras

Mercado do Levante
(Porto Salvo)
Todas as terças-feiras, sextas-feiras e sábados

Feira de S. Pedro
(Sintra)
Segundos e quartos domingos

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Intervenção policial na cadeia

Ora aqui está um exemplo a seguir. Os meus parabéns para os serviços prisionais que tomaram a decisão correcta.


sábado, 19 de fevereiro de 2011

Grutas Artificiais de Alapraia

Grutas Artificiais de Alapraia
Milénios IV e III A.C.

A necrópole de Alapraia enquadra-se num conjunto de vestígios arqueológicos pré-históricos, tendo surgido de um novo conceito aplicado na época a este tipo de monumento: o de escavar em vez de construir.


Localização

Uma das primeiras referências a esta necrópole, data de 1889, quando Francisco Paula e Oliveira refere o estado de degradação em que se encontrava a Gruta I, que na altura já estava desprovida de qualquer espólio e servia como pocilga.

Numa pesquisa efectuada em Setembro de 1932, por Afonso do Paço e pelo Padre Eugénio Jalhay, foi detectada a Gruta II, alvo de escavações nos anos seguintes.

Concluídas as escavações na Gruta II, de imediato se procedeu ao início dos estudos da Gruta III, já identificada em 1934, por um habitante da zona, que se encontrava também já sem espólio, à excepção de um pequeno sector no corredor da câmara funerária.

Como resultado destas importantes pesquisas arqueológicas que tiveram grande eco a nível internacional, em 1942, foi inaugurada, pelo então Chefe do Estado, uma sala de arqueologia no piso térreo do Museu dos Condes de Castro Guimarães, invocando o nome dos arqueólogos já citados. De entre os objectos expostos, destacam-se as sandálias votivas, em calcário, e diversos exemplares de cerâmica campaniforme, de uma magnífica riqueza decorativa.

A sala foi enriquecida com os espólios resultantes das escavações arqueológicas do povoado pré-histórico do Estoril, das grutas artificiais de S. Pedro do Estoril, do povoado pré-histórico de Parede e ainda do espólio proveniente da Gruta IV de Alapraia.

Em 1943, a realização de obras para a instalação de um chafariz revelou a existência da Gruta IV, cujas escavações tiveram início dois dias após a descoberta, chafariz esse que virá a ser implantado no Largo Padre Eugénio Jalhay.

A 20 de Março de 1945, a necrópole de Alapraia foi classificada, sendo hoje um Imóvel de Interesse Público do concelho.

De modo a garantir a salvaguarda e divulgação das Grutas Artificiais de Alapraia está prevista a musealização do conjunto, em articulação com o casal rural também edificado no local.



Par de Sandálias Votivas em Calcário



Mais informação poderão seguir para aqui.


Linha de Cascais - Fotografias antigas

Para os mais saudosos recordarem:



























quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

As verdadeiras razões para votar Cavaco

Aqui está um bom filme para ver até ao fim. São menos de três minutos sobre a personalidade do nosso Presidente da República.


Moção de Censura?? Repita lá, se faz favor!

O Bloco de Esquerda irá apresentar uma Moção de Censura ao Governo a 10 de Março (ver aqui).

O PSD já afirmou que vai abster-se! (ver noticia aqui). No entanto Pacheco Pereira apelida José Sócrates de “pior primeiro-ministro de Portugal”.

O CDS-PP, ao contrário do que seria lógica, irá abster-se… (ver aqui) Pois “rapidamente se percebeu que a moção de censura era teatro”!

O PCP fica-se pelo “nim”. Isso porque “obviamente é um direito legítimo que o Bloco de Esquerda tem mas nós não decidimos sobre anúncios. Consideramos que os conteúdos e os objectivos devem ser clarificados”. Caso não tenham percebido eu passo a explicar: são as tais respostas politicamente correctas onde se responde e não se diz absolutamente nada! (Mais detalhes aqui).

Conclusões: ninguém quer assumir a responsabilidade de tirar os responsáveis por esta crise da cadeira do Poder. Aparentemente andamos a remar todos para o mesmo lado… só que nós, público em geral, não sabíamos! Excepto o BE, claro! Esses são as ovelhas ronhosas do Parlamento!

Imagino ainda que a hipótese de redução do número de deputados (de 230 para 180) também irá ser chumbado… Mas o que se pode fazer? Fomos nós que os pusemos lá!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Neve continua a impedir acesso ao maciço central da Serra da Estrela

Várias estradas de acesso ao maciço central da Serra da Estrela, na Guarda, continuam encerradas esta terça-feira devido à neve, indicou a Autoridade Nacional de Protecção Civil.

A neve obrigou ao encerramento das estradas no passado sábado, permanecendo hoje interditos os acessos da Portela de Arão à Lagoa Comprida, Piornos - Manteigas e Lagoa Comprida - Sabugueiro.

O IM prevê para hoje céu geralmente muito nublado, com abertas a partir da tarde, períodos de chuva, por vezes forte no litoral a norte do Cabo Carvoeiro até ao final da manhã, passando a regime de aguaceiros, e queda de neve acima dos 1400/1600 metros, baixando a cota para os 800/1000 metros ao longo do dia.

O vento será fraco a moderado (10 a 25 km/h) do quadrante oeste, soprando moderado a forte (25 a 45 km/h) no litoral e nas terras altas, prevendo-se também uma pequena subida da temperatura máxima.


A Serra da Estrela é a única estância de neve que eu conheço que encerra quando há neve...


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Valair investe 5 milhões em Tires

In OJE - 14-02-2011
A VALAIR Private Jets, companhia de aviação executiva de capital exclusivamente nacional, tem um plano de expansão de 5 milhões de euros, que inclui a construção de um novo hangar e que permitirá o alargamento do âmbito de actuação da companhia.

A empresa tem a sua base operacional no aeródromo de Tires, onde é proprietária de um terreno de 4,3 hectares e onde prevê vir a albergar as novas instalações.

Dia Internacional da Criança com Cancro

15 de Fevereiro

Comemora-se hoje o Dia Internacional da Criança com Cancro

É necessário dizer mais alguma coisa?